Mário Grilo     |       13 fev 2018

De MVP a dispensado pelo Utah Jazz: o futuro de Derrick Rose

Para contar a história já decadente de Derrick Rose na NBA, precisamos voltar ao início da temporada 2016/2017. O jogador chegava a Nova York para liderar um elenco em reconstrução, sonhando também em ter um dos salários mais lucrativos da liga. Um ano e meio depois, a realidade é encontrar um time na NBA para seguir sua carreira.

Ao final da temporada em 2016/2017, em que o atleta também sofreu com muitas lesões, as estatísticas jogavam a favor do armador: foram mais de 18 pontos, fato que não acontecia desde de 2011, ano em que foi eleito MVP da NBA por sua campanha com o Chicago Bulls. Ao que tudo indicava, a franquia de NY tinha encontrado o grande líder para seu processo de reconstrução, mas a saída de Phil Jackson mudou os planos da franquia, que escolheu no draft outro armador, o jovem Frank Ntilikina.

Derrick Rose então deixou seu contrato com o Knicks e acabou acertando pelo valor mínimo com o Cleveland Cavaliers, franquia dada como uma das favoritas ao título e caminho mais fácil para o jogador voltar ao topo. Em novembro de 2017, no entanto, mais uma vez o atleta começou a lutar contra lesões e a vontade de voltar a brilhar na liga deu lugar a incerteza e a chance de encerrar a carreira. Com média de nove pontos pelos Cavs, o jogador foi trocado para o Utah Jazz e dispensado menos de uma semana depois.

Agora, a luta de Derrick Rose não é pelo título e sim para se manter em bom nível na NBA. Os rumores dão conta de que duas equipes estão dispostas a oferecer contratos para o armador: o Washington Wizards, que precisa de uma peça para repor John Wall após lesão e o Minessota, treinado por Tom Thibodeau, treinador com quem Rose teve a sua melhor temporada no melhor basquete do mundo.

Foto: Yahoo Sport UK